Chegue cedo. Chegar com 10 minutos de antecedência pode te ajudar a ajustar e alinhar sua atitude com o propósito da aula. Enquanto você aguarda, pode praticar determinada postura, fazer alguns alongamentos, ou apenas sentar em silêncio, respirar e se centrar.
Não coma de duas a três horas antes da aula. Se você pratica yoga de estômago cheio, pode experimentar câimbra, náuseas, ou vômito, especialmente nas torções e invertidas. A digestão também consome energia, o que pode te deixar letárgico.
Use roupas leves que permitam o movimento do corpo sem oferecerem resistência.
Informe seu professor sobre lesões ou condições que possam afetar a sua prática. Se você se sente cansado ou está machucado, não faça posturas que não pode ou deveria fazer, ou tente modificações, versões e adaptações.
Crie uma intenção. Para ajudar a focar, é aconselhável que você dedique sua prática a uma determinada intenção. Isso pode trazer mais consciência e compreensão, saúde, força e habilidade mais rapidamente. Ou pode ser para o benefício de um amigo, uma causa – ou mesmo por você.
Não leve o celular para aula. Deixe a vida social e profissional para fora do estúdio, assim a paz da prática não será interrompida.
Pratique em silêncio. É ótimo estar em uma aula com pessoas que conhece, mas uma conversa paralela pode dispersar outros colegas e você mesmo.
Traga uma toalha. E se você sua demais, chegue limpo e livre de odores ou perfumes que possam incomodar os outros.
Invista no seu prório mat. Ter o seu tapetinho evita que você seja contaminado com fungos e micoses e também vira parte do seu “templo” de prática. Ele te acompanha e conta a sua história no yoga em determinado período. Por outro lado, não deixe que isso vire mais um objeto de apego na sua vida.
Não force. Em vez de tentar ir o mais fundo possível na postura, faça o que puder sem se machucar. Você irá mais longe em menos tempo se mantiver uma atitude amorosa consigo e trabalhar de onde estiver e não onde você acha que deveria estar.
Recolha e guarde todos os props e suportes que utilizar.
Não entre na aula atrasado ou saia antes do fim, é dispersivo para os outros.
Reserve algum tempo para reflexão após a aula, assim pode reter o que aprendeu. Reveja as posturas que praticou e anote instruções que particularmente fizeram sentido. Mesmo que você se lembre de uma única coisa da aula, logo você terá bastante informação para aprofundar durante a prática pessoal.
FONTE :
http://yogajournal.terra.com.br/
Bem Vindos !!!
Aqui voce vai encontrar matérias bem interessantes sobre YOGA, MEDITAÇÃO, ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL, ESTUDO DE VEDANTA, SISTEMA TERAPEUTICO AYURVÉDICO E QUÂNTICO, em mídia escrita, fotos e vídeo.
Espero que traga LUZ e possa ser útil para todos !!!
NAMASTÊ !!!
Paulo Roberto
Espero que traga LUZ e possa ser útil para todos !!!
NAMASTÊ !!!
Paulo Roberto
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
domingo, 31 de outubro de 2010
FILOSOFIA DO YOGA & CONTROLE DA MENTE
TEXTO DO LIVRO CONVERSAS NO ASHRAM DE CHANDRAMUKHA SWAMI
A situação completa da alma neste mundo material é bem apresentada no Upanishad, no qual o corpo é comparado a uma carruagem arrastada por cinco cavalos :
. A VISÃO;
. O TATO;
. O PALADAR;
. O OLFATO;
. A AUDIÇÃO.
Todos estes sentidos são ferramentas a serviço da alma neste mundo.
Ligada a essas cinco ferramentas, que estão sempre buscando prazer, existe a mente, que nesta metáfora , é comparada as rédeas da carruagem.
O condutor desta carruagem é a inteligência.
E o que é a alma ?
A alma é simplesmente o passageiro na carruagem do corpo.
SEM ENTENDER ISSO NÃO HÁ COMO ENTRAR EM TEMAS COMO MEDITAÇÃO, YOGA E CONTROLE DA MENTE.
AGORA, COM A AJUDA DESTA EXCELENTE METÁFORA, FICA MUITO MAIS FÁCIL.
MEUS COMENTÁRIOS SOBRE O TEXTO ACIMA
A alma ( o passageiro ), deve agir através da inteligência ( o condutor ), fazer com que a mente ( as rédeas ) tenha total controle sobre os sentidos ( os cavalos ), filtrando os estímulos dos sentidos, que vem do mundo material, afim de identificar apenas com os que sejam puros e positivos e que possam levar a Alma ( passageiro ) de volta ao mundo espiritual de onde a mesma veio.
Como fazer isto no dia-a-dia ?
. Evitar se identificar, ficar assistindo e alimentando os programas televisivos que
tratam de miséria e morte, que estão em moda hoje;
. Evitar ficar comentando coisas desagradáveis com os demais;
. Evitar leituras do mesmo genêro acima;
. Tudo que ocorre ao nosso redor é captado pelos sentidos, que não são só os cinco
citados no trecho acima, e ficam registrados nos nossos corpos, e por vezes vem a
consciência na forma de pensamentos e lembranças, sejam eles maus ou bons, também
neste caso não se identificar com os maus, e de imediato, colocar um bom
pensamento/lembrança no lugar de forma consciente, esta talvez seja a tarefa mais
difícil para todos, mas pode ter certeza é perfeitamente possível;
. Enacarar os fatos com EQUANIMIDADE (1)
sejam eles bons ou maus, sem se desequilibrar mental/emocionalmente;
. Procurar se acompanhar de pessoas afins ao propósito;
. Tentar mudar gradativamente, os hábitos alimentares, procurando uma alimentação
mais SATÍVICA ( equilibrada ), a base de vegetais, evitando carne;
(1) EQUANIMIDADE significa serenidade de espírito. É um estado natural e relaxado, a capacidade de experimentar de maneira estável as diferentes situações do mundo físico, das sensações, da mente e dos fenômenos. É caracterizada pela profunda tranqüilidade, completamente livre de oscilações.
Nada paga o preço de estarmos felizes por nós mesmos. Alcançando esse estágio, até mesmo os relacionamentos ficam mais fáceis de se lidar, de pensar usando a razão ao invés do coração. Isso traz uma paz incomensurável.
A situação completa da alma neste mundo material é bem apresentada no Upanishad, no qual o corpo é comparado a uma carruagem arrastada por cinco cavalos :
. A VISÃO;
. O TATO;
. O PALADAR;
. O OLFATO;
. A AUDIÇÃO.
Todos estes sentidos são ferramentas a serviço da alma neste mundo.
Ligada a essas cinco ferramentas, que estão sempre buscando prazer, existe a mente, que nesta metáfora , é comparada as rédeas da carruagem.
O condutor desta carruagem é a inteligência.
E o que é a alma ?
A alma é simplesmente o passageiro na carruagem do corpo.
SEM ENTENDER ISSO NÃO HÁ COMO ENTRAR EM TEMAS COMO MEDITAÇÃO, YOGA E CONTROLE DA MENTE.
AGORA, COM A AJUDA DESTA EXCELENTE METÁFORA, FICA MUITO MAIS FÁCIL.
MEUS COMENTÁRIOS SOBRE O TEXTO ACIMA
A alma ( o passageiro ), deve agir através da inteligência ( o condutor ), fazer com que a mente ( as rédeas ) tenha total controle sobre os sentidos ( os cavalos ), filtrando os estímulos dos sentidos, que vem do mundo material, afim de identificar apenas com os que sejam puros e positivos e que possam levar a Alma ( passageiro ) de volta ao mundo espiritual de onde a mesma veio.
Como fazer isto no dia-a-dia ?
. Evitar se identificar, ficar assistindo e alimentando os programas televisivos que
tratam de miséria e morte, que estão em moda hoje;
. Evitar ficar comentando coisas desagradáveis com os demais;
. Evitar leituras do mesmo genêro acima;
. Tudo que ocorre ao nosso redor é captado pelos sentidos, que não são só os cinco
citados no trecho acima, e ficam registrados nos nossos corpos, e por vezes vem a
consciência na forma de pensamentos e lembranças, sejam eles maus ou bons, também
neste caso não se identificar com os maus, e de imediato, colocar um bom
pensamento/lembrança no lugar de forma consciente, esta talvez seja a tarefa mais
difícil para todos, mas pode ter certeza é perfeitamente possível;
. Enacarar os fatos com EQUANIMIDADE (1)
sejam eles bons ou maus, sem se desequilibrar mental/emocionalmente;
. Procurar se acompanhar de pessoas afins ao propósito;
. Tentar mudar gradativamente, os hábitos alimentares, procurando uma alimentação
mais SATÍVICA ( equilibrada ), a base de vegetais, evitando carne;
(1) EQUANIMIDADE significa serenidade de espírito. É um estado natural e relaxado, a capacidade de experimentar de maneira estável as diferentes situações do mundo físico, das sensações, da mente e dos fenômenos. É caracterizada pela profunda tranqüilidade, completamente livre de oscilações.
Nada paga o preço de estarmos felizes por nós mesmos. Alcançando esse estágio, até mesmo os relacionamentos ficam mais fáceis de se lidar, de pensar usando a razão ao invés do coração. Isso traz uma paz incomensurável.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
O QUE SÃO E QUAL A RELAÇÃO ENTRE GUNAS E DOSHAS ?
A Medicina Ayurveda considera o ser na totalidade de sua existência. Para essa terapia, é de suma importância que nos percebamos seres integrais, corpo, mente e espírito. Portanto, se formos tratar aqui da alimentação ayurveda, é preciso supor que a mesma influencia não só o funcionamento do nosso organismo, o tipo de metabolismo do nosso corpo, mas também tendo papel importante na formação de nossos pensamentos, na vibração que nossa mente funciona.
Partindo do princípío de que tanto os seres quanto os alimentos são constituídos de uma combinação biológica dos 5 elementos (água, terra, fogo, ar e éter), cada um na sua devida proporção, podemos imaginar que é possível equilibrar esses elementos dentro de nosso corpo e mente. Eis aqui o objetivo da Ayurveda: equilibrar os doshas em nosso corpo e as gunas em nossa mente.
O que são os doshas e gunas?
Os doshas são a dinâmica das forças da combinação dos 5 elementos. São os nossos humores biológicos, onde através deles podemos definir algumas características físicas e psicológicas auxiliando assim na percepção dos desequilíbrios e na forma mais coerente de harmonizá-los. Cada dosha é constituído da seguinte forma:
* Vata - combinação dos elementos - ar + éter
* Pitta - combinação dos elementos - fogo + água
* Kapha – combinação dos elementos - terra + água
Todos possuímos os 3 doshas, em medidas distintas e diferentes proporções. A organização desses humores é o que tráz equilíbrio, evitando o surgimento de doenças e o desenvolvimento e instalação das mesmas em nossos tecidos.
As gunas são o estado mental que nos encontramos e quais são nossas tendências e padrões de pensamento. Há vezes em que estamos numa vibração, com algum guna predominante, enquanto em outros momentos podemos perceber uma mistura deles. Podemos classificá-las da seguinte maneira:
* Satwa - é o estado mental tido como o mais equilibrado, com habilidade de adaptação, inicativa para ações benéficas, entusiasta e compassiva para com os outros seres, flexível, boa comunicação, inteligência e clareza das percepções e sentidos. Manifesta-se em pessoas altruístas.
* Rajas – é uma mente extremamente ativa, ambiciosa, dominadora, ansiosa, superficial, irritada,impulsiva e controladora. Manifesta-se em pessoas com tendência manipuladora, egoístas e competitivas.
* Tamas: é uma mente obscura, depressiva, com tendências suicídas e destrutivas. É obtusa, sem a menor percepção, ou uma percepção completamente negativa das coisas. Normalmente manifesta-se em pessoas atormentadas, letárgicas.
Diferente da Medicina Ocidental, na Ayurveda, apesar de existirem algumas classificações, elas só aparecem para facilitar a detecção do nível de desarmonia que uma pessoa se encontra e quais os tratamentos necessários. Enfim, para diagnosticar os desequilíbrios, é preciso que eles tenham algum nome para sabermos como tratá-los, não são definições julgadoras, menos ainda enrijecidas.
Uma pessoa pode ter uma constituição física que se assemelha ao dosha vata por exemplo, e ter alguns desequilíbrios psicológicos que correspondam às tendências do dosha pitta, e ainda ter uma mente rajásica. Portanto, na Ayurveda, cada pessoa recebe um tratamento individual, mesmo tendo características de um dosha ou outro, essa pessoa possui uma história de vida, karmas de outras vidas ainda, e personalidade distinta das demais.
A influência da alimentação nessa questão, acontece quando criamos hábitos nocivos ou não à nossa saúde definindo assim nossa vibração mental. Se nossa alimentação é consciente, se temos a noção do que nos faz bem e fazemos uso disso, e do que nos faz mal e nos afastamos disso, já estamos exercendo a ayurveda no nosso dia-a-dia.
Os alimentos são classificados por seu sabor (amargo, doce, picante, adstringente, ácido ou salgado), sua potência de esfriar ou esquentar e seu efeito sutil, ou seja, como vai se manifestar esse alimento depois de ingerido. Ainda podemos classificar sua qualidade, como o alimento foi preparado, qual a quantia a ser ingerida e em quais circusntâncias se deu essa alimentação.
Através de uma combinação entre os alimentos, logo, entre os elementos a serem ingeridos, considerando nossa constituição dóshica e se existe algum dosha em desequilíbrio e qual é ele, observando quais as características dos gunas preponderantes em nossa mente, é possível fazer um diagnóstico pessoal e um guia que nos oferece desde uma dieta balanceada até práticas de exercícios direcionados para nossas atuais necessidades.
Na Ayurveda, a alimentação é um dos pilares que constituem a saúde e longevidade. E é um assunto que rende….
Enfim, cada um de nós é uma única partícula…., e conjunta com todas as demais formamos um imenso leque de seres com suas peculiaridades e afins, seus nãos e sins…, enfim, somos assim!
RETIRADO DE
http://espacocardamomo.wordpress.co
VISITEM, MUITO BOM
Partindo do princípío de que tanto os seres quanto os alimentos são constituídos de uma combinação biológica dos 5 elementos (água, terra, fogo, ar e éter), cada um na sua devida proporção, podemos imaginar que é possível equilibrar esses elementos dentro de nosso corpo e mente. Eis aqui o objetivo da Ayurveda: equilibrar os doshas em nosso corpo e as gunas em nossa mente.
O que são os doshas e gunas?
Os doshas são a dinâmica das forças da combinação dos 5 elementos. São os nossos humores biológicos, onde através deles podemos definir algumas características físicas e psicológicas auxiliando assim na percepção dos desequilíbrios e na forma mais coerente de harmonizá-los. Cada dosha é constituído da seguinte forma:
* Vata - combinação dos elementos - ar + éter
* Pitta - combinação dos elementos - fogo + água
* Kapha – combinação dos elementos - terra + água
Todos possuímos os 3 doshas, em medidas distintas e diferentes proporções. A organização desses humores é o que tráz equilíbrio, evitando o surgimento de doenças e o desenvolvimento e instalação das mesmas em nossos tecidos.
As gunas são o estado mental que nos encontramos e quais são nossas tendências e padrões de pensamento. Há vezes em que estamos numa vibração, com algum guna predominante, enquanto em outros momentos podemos perceber uma mistura deles. Podemos classificá-las da seguinte maneira:
* Satwa - é o estado mental tido como o mais equilibrado, com habilidade de adaptação, inicativa para ações benéficas, entusiasta e compassiva para com os outros seres, flexível, boa comunicação, inteligência e clareza das percepções e sentidos. Manifesta-se em pessoas altruístas.
* Rajas – é uma mente extremamente ativa, ambiciosa, dominadora, ansiosa, superficial, irritada,impulsiva e controladora. Manifesta-se em pessoas com tendência manipuladora, egoístas e competitivas.
* Tamas: é uma mente obscura, depressiva, com tendências suicídas e destrutivas. É obtusa, sem a menor percepção, ou uma percepção completamente negativa das coisas. Normalmente manifesta-se em pessoas atormentadas, letárgicas.
Diferente da Medicina Ocidental, na Ayurveda, apesar de existirem algumas classificações, elas só aparecem para facilitar a detecção do nível de desarmonia que uma pessoa se encontra e quais os tratamentos necessários. Enfim, para diagnosticar os desequilíbrios, é preciso que eles tenham algum nome para sabermos como tratá-los, não são definições julgadoras, menos ainda enrijecidas.
Uma pessoa pode ter uma constituição física que se assemelha ao dosha vata por exemplo, e ter alguns desequilíbrios psicológicos que correspondam às tendências do dosha pitta, e ainda ter uma mente rajásica. Portanto, na Ayurveda, cada pessoa recebe um tratamento individual, mesmo tendo características de um dosha ou outro, essa pessoa possui uma história de vida, karmas de outras vidas ainda, e personalidade distinta das demais.
A influência da alimentação nessa questão, acontece quando criamos hábitos nocivos ou não à nossa saúde definindo assim nossa vibração mental. Se nossa alimentação é consciente, se temos a noção do que nos faz bem e fazemos uso disso, e do que nos faz mal e nos afastamos disso, já estamos exercendo a ayurveda no nosso dia-a-dia.
Os alimentos são classificados por seu sabor (amargo, doce, picante, adstringente, ácido ou salgado), sua potência de esfriar ou esquentar e seu efeito sutil, ou seja, como vai se manifestar esse alimento depois de ingerido. Ainda podemos classificar sua qualidade, como o alimento foi preparado, qual a quantia a ser ingerida e em quais circusntâncias se deu essa alimentação.
Através de uma combinação entre os alimentos, logo, entre os elementos a serem ingeridos, considerando nossa constituição dóshica e se existe algum dosha em desequilíbrio e qual é ele, observando quais as características dos gunas preponderantes em nossa mente, é possível fazer um diagnóstico pessoal e um guia que nos oferece desde uma dieta balanceada até práticas de exercícios direcionados para nossas atuais necessidades.
Na Ayurveda, a alimentação é um dos pilares que constituem a saúde e longevidade. E é um assunto que rende….
Enfim, cada um de nós é uma única partícula…., e conjunta com todas as demais formamos um imenso leque de seres com suas peculiaridades e afins, seus nãos e sins…, enfim, somos assim!
RETIRADO DE
http://espacocardamomo.wordpress.co
VISITEM, MUITO BOM
sábado, 10 de julho de 2010
A prática milenar, desenvolvida há mais de três mil anos, pelos indianos, atua no sistema nervoso central, reduzindo o stress e favorecendo a cogniçã
A ciência da ioga
Efeitos neuroendócrinos e neuroquímicos chegam a provocar alterações estruturais, favorecendo funções cognitivas e aspectos emocionais
[continuação]
Além de estimular o SNA, o hipotálamo (que também é responsável pelo controle de diferentes glândulas endócrinas) ativa o eixo HPA, influindo nas reações orgânicas ao stress. Em uma situação tensa, o hipotálamo sinaliza a secreção do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH), também conhecido como corticotrofina, responsável pelo controle da secreção de corticoesteróides (que contêm o cortisol, hormônio do stress) pela glândula adrenal. Além do eixo HPA, o stress ativa a divisão simpática do sistema nervoso neurovegetativo, como parte da reação de luta ou fuga. Como resultado, a noradrenalina das fibras nervosas simpáticas periféricas é liberada em diferentes tecidos, bem como a adrenalina (e também alguma noradrenalina) da medula adrenal, na corrente sangüínea. A constante ativação do SNS, do eixo HPA e a liberação de adrenalina levam a uma situação crônica de stress e depressão, que afetam a integridade do cérebro.
Em 2005, pesquisadores da Universidade de Duisburg-Essen, Alemanha, e da Universidade de Nova York, observaram em mulheres estressadas alterações positivas relevantes em conseqüência da prática de exercícios respiratórios (Pránayáma) e posturas (Ásana) durante três meses. Para avaliá-las, os pesquisadores utilizaram testes psicológicos como a Escala Cohen de Stress Percebido, Inventário Estado-Traço de Ansiedade (STAI), Perfil de Estados de Humor (POMS), Escala CEDS de Depressão e até níveis salivares de cortisol. Segundo a equipe de Gustav Dobos, coordenador da pesquisa, a prática de ioga induz uma redução imediata nos níveis de cortisol e conseqüentemente do stress, apontando para um efeito direto no eixo HPA. O efeito ansiolítico da prática é tão significativo que alguns pesquisadores o têm comparado à influência de medicamentos como benzodiazepínicos.
Camila Ferreira Vorkapic é pesquisadora, doutoranda no Laboratório de Neuroanatomia Comparada no Departamento de Anatomia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e praticante de Swásthya Yôga.
Efeitos neuroendócrinos e neuroquímicos chegam a provocar alterações estruturais, favorecendo funções cognitivas e aspectos emocionais
[continuação]
Além de estimular o SNA, o hipotálamo (que também é responsável pelo controle de diferentes glândulas endócrinas) ativa o eixo HPA, influindo nas reações orgânicas ao stress. Em uma situação tensa, o hipotálamo sinaliza a secreção do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH), também conhecido como corticotrofina, responsável pelo controle da secreção de corticoesteróides (que contêm o cortisol, hormônio do stress) pela glândula adrenal. Além do eixo HPA, o stress ativa a divisão simpática do sistema nervoso neurovegetativo, como parte da reação de luta ou fuga. Como resultado, a noradrenalina das fibras nervosas simpáticas periféricas é liberada em diferentes tecidos, bem como a adrenalina (e também alguma noradrenalina) da medula adrenal, na corrente sangüínea. A constante ativação do SNS, do eixo HPA e a liberação de adrenalina levam a uma situação crônica de stress e depressão, que afetam a integridade do cérebro.
Em 2005, pesquisadores da Universidade de Duisburg-Essen, Alemanha, e da Universidade de Nova York, observaram em mulheres estressadas alterações positivas relevantes em conseqüência da prática de exercícios respiratórios (Pránayáma) e posturas (Ásana) durante três meses. Para avaliá-las, os pesquisadores utilizaram testes psicológicos como a Escala Cohen de Stress Percebido, Inventário Estado-Traço de Ansiedade (STAI), Perfil de Estados de Humor (POMS), Escala CEDS de Depressão e até níveis salivares de cortisol. Segundo a equipe de Gustav Dobos, coordenador da pesquisa, a prática de ioga induz uma redução imediata nos níveis de cortisol e conseqüentemente do stress, apontando para um efeito direto no eixo HPA. O efeito ansiolítico da prática é tão significativo que alguns pesquisadores o têm comparado à influência de medicamentos como benzodiazepínicos.
Camila Ferreira Vorkapic é pesquisadora, doutoranda no Laboratório de Neuroanatomia Comparada no Departamento de Anatomia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e praticante de Swásthya Yôga.
terça-feira, 29 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
REIKI MACEIÓ - DR. JOSÉ LIMA - CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Catolicismo Hindu? Hinduísmo Católico?
Bem… acho que a pergunta é: como um católico pode ver o hinduísmo e todo o seu sistema de crenças? Na realidade podemos abranger mais essa pergunta e questionar: como podemos ver a Unidade na diversidade de coisas? Chamo Unidade (com ‘U’ maiúsculo) porque Ele (o Deus Uno) está em tudo e em todos; é o fio que nos une à toda a criação. Por isso São Francisco de Assis chamava tudo e todos de irmãos: ele percebeu a Unidade de todas as coisas!
Enfim, o que é a busca de diálogo senão a busca de pontos comuns entre pontos de vistas diferentes? Se focarmos nossa consciência nas aparentes diferenças de conceitos prévios (”pré-conceitos”) poderemos perder de vista a riqueza de ensinamentos que o outro pode nos dar! É por isso que chamamos de fundamentalistas aqueles que não se abrem para ver e aceitar o diferente por estarem fechados em seus próprios dogmas.
O Hinduísmo, embora tenha um conjunto próprio de ensinamento (como qualquer Tradição de Sabedoria da humanidade), tem uma posição ímpar de nos convidar a experimentar e descobrir, por nós mesmos, qual é a Verdade e o Caminho que nos conduz à Vida e à Liberdade. Liberdade porque estamos presos, presos de nossos pensamentos e de nosso conjunto de valores e crenças, fruto de toda uma história pessoal e de condicionamentos sociais: para nós, comer gatos e cachorros é inconcebível… para o hindu, comer vacas e bois também!
Somos diferentes, mas a nossa busca não deve ser por diferenças, mas por semelhanças: o que nos faz semelhante? Mas esse discurso todo é somente para dizer que quando pararmos para procurar o semelhante entre o hinduísmo e o catolicismo, notaremos, não apenas que eles estão falando a mesma coisa com nomenclaturas diferentes, mas que as diferenças não mais existem…
Enfim, o que é a busca de diálogo senão a busca de pontos comuns entre pontos de vistas diferentes? Se focarmos nossa consciência nas aparentes diferenças de conceitos prévios (”pré-conceitos”) poderemos perder de vista a riqueza de ensinamentos que o outro pode nos dar! É por isso que chamamos de fundamentalistas aqueles que não se abrem para ver e aceitar o diferente por estarem fechados em seus próprios dogmas.
O Hinduísmo, embora tenha um conjunto próprio de ensinamento (como qualquer Tradição de Sabedoria da humanidade), tem uma posição ímpar de nos convidar a experimentar e descobrir, por nós mesmos, qual é a Verdade e o Caminho que nos conduz à Vida e à Liberdade. Liberdade porque estamos presos, presos de nossos pensamentos e de nosso conjunto de valores e crenças, fruto de toda uma história pessoal e de condicionamentos sociais: para nós, comer gatos e cachorros é inconcebível… para o hindu, comer vacas e bois também!
Somos diferentes, mas a nossa busca não deve ser por diferenças, mas por semelhanças: o que nos faz semelhante? Mas esse discurso todo é somente para dizer que quando pararmos para procurar o semelhante entre o hinduísmo e o catolicismo, notaremos, não apenas que eles estão falando a mesma coisa com nomenclaturas diferentes, mas que as diferenças não mais existem…
PÁSCOA , VAMOS RENOVAR !!!
Harih Om!
PURIFICAR-SE, NECESSÁRIO. PURIFICAR, SE NECESSÁRIO
O que é purificação? Em que consiste purificar-se? Venho refletindo sobre isso nos últimos dias. Talvez eu não fale nada de novo, mas não custa falar. Para os que não sabem, será novo, para os que já ouviram, pode ser que sirva de novo.
A partir do julgamento do que é bom ou o que é ruim para nós, temos a idéia de que purificar-nos consiste em nos livrarmos de algo ruim que está nos poluindo. Eu prefiro, porém, tentar quebrar essa dualidade, puro e impuro, sujo e limpo e pensar que purificar-se é renovar-se. Partindo desse princípio, purificação é desvencilharmo-nos, com reverência, daquilo que talvez não seja mais necessário para nós e abrirmos espaço para o novo.
O nosso corpo físico está diariamente se purificando. O ato de excreção, por si só, é uma purificação. Tirar melecas (e colar embaixo da mesa de trabalho), escovar os dentes, soltar pum (seja ele de qualquer natureza sonora ou olfativa) fazem parte do nosso ritual diário de purificação. O Hatha Yoga nos ensina algumas outras técnicas de purificação como Kapalabhati, Nauli Mas o que são esses atos senão formas de deixarmos para trás coisas das quais não precisamos mais? Digo que não precisamos mais porque é evidente que caso a gente insista em manter esses objetos em nosso organismo, eles podem causar desequilíbrios ao mesmo. Assim, um corpo limpo, é um corpo em equilíbrio.
Indo do corpo ao ambiente, penso que temos a tendência de acumular coisas que não nos servem mais, que não são mais úteis: roupas no armário, cacarecos na garagem... Talvez seja muito melhor passar adiante esses objetos estagnados e torná-los úteis a alguém. A estagnação material traz a estagnação energética e vice-versa. Assim, ao limparmos um ambiente da nossa casa, varrermos, mudarmos móveis de lugar, ajudamos a circular a energia estagnada e a renová-la. Talvez ali, naquele ambiente, tenha tanto poeira quanto energia estagnada de anos. E essa energia estagnada nos ambientes que freqüentamos tende-nos a estagnação também. O simples fato de ver as coisas sempre nos mesmos lugares, de percorrermos sempre os mesmo caminhos, trazem à nossa paisagem mental e emocional o mesmo tom, muitas vezes um monótono amarelo burro. Dar cores novas ao dia-a-dia é fundamental para se viver.
Por falar em paisagem mental e emocional, por vezes cultivamos e somos movidos, ou 'assombrados', por pensamentos de situações passadas, pensamentos padrões que são gerados por crenças profundas. Crenças que se encontram nos nossos inconscientes por causa de alguma vivência passada. Essas crenças se manifestam através de pensamentos e emoções que surgem em determinadas situações que vivemos hoje, similares ou não àquelas que as produziram no passado. Esses pensamentos, na maior parte das vezes, não são mais necessários e nos impedem de estar em contato mais próximo e de compreender a situação presente da maneira como ela se coloca para nós. Eles são leves ou densas poeiras do passado que encobrem o nosso presente. Como, então, remover a poeira?
Bom, os pensamentos que vêm à tona gerados por essas crenças profundas, trazem-nos emoções de igual valor, padronizadas e repetidas. Purificarmos pensamentos e emoções seria, portanto, não eliminá-los, pois isso é impossível. Pensamentos e emoções não são 'deletáveis'. Mas purificação, aqui, seria dar-se conta dos pensamentos, emoções e os padrões que estão movendo-os, através da observação passiva e pacífica de si mesmo. E a partir daí, então, se necessário, 'sugerir-se' o contrário do padrão e cultivar o oposto dos pensamentos e emoções gerados por ele. Essa atitude traz um grande alívio, uma sensação de leveza e liberdade, próprias a toda purificação.
Vamos supor que exista o seguinte padrão inconsciente: 'sou responsável pela infelicidade dos outros'. Esse padrão traz à pessoa forte sentimento de culpa interior que a consome e ora faz com que ela se afaste das outras pessoas para tentar aliviar-se desse sentimento, ora a aproxima para tentar apaziguá-lo através de uma falsa ajuda ao outro. Mas, na verdade, a compaixão e não a culpa deveria nos mover a ajudar os outros. Então, para purificação da culpa, que é um sentimento EGOísta, poderiam ser feitas concentrações e meditações no seu oposto, a compaixão. Quanto ao padrão, ele continua lá, mas podemos sugerir, por meio de auto-sugestões, o seu oposto: 'somos todos responsáveis por nossas alegrias e tristezas'. Essa, possivelmente, é uma das 'faxinas' que ajuda no processo mais sutil de purificação dos pensamentos e emoções.
Resta-nos, talvez, um pequeno e grande impasse. Quando saber se é necessário ou não a renovação, a purificação?
A pergunta fica, mas o alerta vai: é preciso ter o cuidado para não cairmos, movidos por uma insatisfação interior - consigo próprio e às vezes projetada nos outros - no padrão da transformação e entrarmos na 'paranóia' de mudança e na crença de que as coisas não estão bem do jeito que estão. Termino, então, como comecei: Purificar-se, necessário. Purificar, se necessário.
Texto originalmente publicado no site yoga.pro.br
PURIFICAR-SE, NECESSÁRIO. PURIFICAR, SE NECESSÁRIO
O que é purificação? Em que consiste purificar-se? Venho refletindo sobre isso nos últimos dias. Talvez eu não fale nada de novo, mas não custa falar. Para os que não sabem, será novo, para os que já ouviram, pode ser que sirva de novo.
A partir do julgamento do que é bom ou o que é ruim para nós, temos a idéia de que purificar-nos consiste em nos livrarmos de algo ruim que está nos poluindo. Eu prefiro, porém, tentar quebrar essa dualidade, puro e impuro, sujo e limpo e pensar que purificar-se é renovar-se. Partindo desse princípio, purificação é desvencilharmo-nos, com reverência, daquilo que talvez não seja mais necessário para nós e abrirmos espaço para o novo.
O nosso corpo físico está diariamente se purificando. O ato de excreção, por si só, é uma purificação. Tirar melecas (e colar embaixo da mesa de trabalho), escovar os dentes, soltar pum (seja ele de qualquer natureza sonora ou olfativa) fazem parte do nosso ritual diário de purificação. O Hatha Yoga nos ensina algumas outras técnicas de purificação como Kapalabhati, Nauli Mas o que são esses atos senão formas de deixarmos para trás coisas das quais não precisamos mais? Digo que não precisamos mais porque é evidente que caso a gente insista em manter esses objetos em nosso organismo, eles podem causar desequilíbrios ao mesmo. Assim, um corpo limpo, é um corpo em equilíbrio.
Indo do corpo ao ambiente, penso que temos a tendência de acumular coisas que não nos servem mais, que não são mais úteis: roupas no armário, cacarecos na garagem... Talvez seja muito melhor passar adiante esses objetos estagnados e torná-los úteis a alguém. A estagnação material traz a estagnação energética e vice-versa. Assim, ao limparmos um ambiente da nossa casa, varrermos, mudarmos móveis de lugar, ajudamos a circular a energia estagnada e a renová-la. Talvez ali, naquele ambiente, tenha tanto poeira quanto energia estagnada de anos. E essa energia estagnada nos ambientes que freqüentamos tende-nos a estagnação também. O simples fato de ver as coisas sempre nos mesmos lugares, de percorrermos sempre os mesmo caminhos, trazem à nossa paisagem mental e emocional o mesmo tom, muitas vezes um monótono amarelo burro. Dar cores novas ao dia-a-dia é fundamental para se viver.
Por falar em paisagem mental e emocional, por vezes cultivamos e somos movidos, ou 'assombrados', por pensamentos de situações passadas, pensamentos padrões que são gerados por crenças profundas. Crenças que se encontram nos nossos inconscientes por causa de alguma vivência passada. Essas crenças se manifestam através de pensamentos e emoções que surgem em determinadas situações que vivemos hoje, similares ou não àquelas que as produziram no passado. Esses pensamentos, na maior parte das vezes, não são mais necessários e nos impedem de estar em contato mais próximo e de compreender a situação presente da maneira como ela se coloca para nós. Eles são leves ou densas poeiras do passado que encobrem o nosso presente. Como, então, remover a poeira?
Bom, os pensamentos que vêm à tona gerados por essas crenças profundas, trazem-nos emoções de igual valor, padronizadas e repetidas. Purificarmos pensamentos e emoções seria, portanto, não eliminá-los, pois isso é impossível. Pensamentos e emoções não são 'deletáveis'. Mas purificação, aqui, seria dar-se conta dos pensamentos, emoções e os padrões que estão movendo-os, através da observação passiva e pacífica de si mesmo. E a partir daí, então, se necessário, 'sugerir-se' o contrário do padrão e cultivar o oposto dos pensamentos e emoções gerados por ele. Essa atitude traz um grande alívio, uma sensação de leveza e liberdade, próprias a toda purificação.
Vamos supor que exista o seguinte padrão inconsciente: 'sou responsável pela infelicidade dos outros'. Esse padrão traz à pessoa forte sentimento de culpa interior que a consome e ora faz com que ela se afaste das outras pessoas para tentar aliviar-se desse sentimento, ora a aproxima para tentar apaziguá-lo através de uma falsa ajuda ao outro. Mas, na verdade, a compaixão e não a culpa deveria nos mover a ajudar os outros. Então, para purificação da culpa, que é um sentimento EGOísta, poderiam ser feitas concentrações e meditações no seu oposto, a compaixão. Quanto ao padrão, ele continua lá, mas podemos sugerir, por meio de auto-sugestões, o seu oposto: 'somos todos responsáveis por nossas alegrias e tristezas'. Essa, possivelmente, é uma das 'faxinas' que ajuda no processo mais sutil de purificação dos pensamentos e emoções.
Resta-nos, talvez, um pequeno e grande impasse. Quando saber se é necessário ou não a renovação, a purificação?
A pergunta fica, mas o alerta vai: é preciso ter o cuidado para não cairmos, movidos por uma insatisfação interior - consigo próprio e às vezes projetada nos outros - no padrão da transformação e entrarmos na 'paranóia' de mudança e na crença de que as coisas não estão bem do jeito que estão. Termino, então, como comecei: Purificar-se, necessário. Purificar, se necessário.
Texto originalmente publicado no site yoga.pro.br
sexta-feira, 12 de março de 2010
PORQUE SUCO DE LIMÃO COM ÁGUA MORNA NO DESEJUM - AYURVÉDICA
Limão emagrece? PDF Imprimir E-mail
Tags: emagrecer digestão limão
O consumo diário do limão pode favorecer em muitos aspectos a saúde. Após tanto estudo e prática, o que mais compreendo sobre o limão é que ele consegue trazer clareza para tudo o que está às escuras, escondido, cristalizado.
O organismo humano é um complexo de órgãos e sistemas que precisam funcionar de forma sincronizada e harmônica para gerar saúde e crescimento. E, toda a comunicação entre eles se passa através dos líquidos corporais que são o sangue, linfa, líquido crânio-sacral e intracelular, que representam cerca de 65% do peso de um adulto. Assim, a dinâmica do funcionamento do corpo humano é pura eletroquímica. Daí podemos entender porque o consumo diário de um alimento tão alcalinizante e mineralizante (são os sais minerais que conduzem a eletricidade) como o limão tem tanta influência positiva sobre a saúde humana.
Na leitura do texto Nosso sangue não pode ser ácido este assunto pode ser melhor entendido e aprofundado. Mas, quando falamos de perda de excesso de gordura corporal, que é o emagrecimento verdadeiro, estamos falando de harmonia metabólica, de excelente digestão, de desintoxicação e de equilíbrio hormonal. Estamos falando de assimilação adequada de minerais, de um organismo bem hidratado (raro nos obesos), de respiração plena das células e de busca da saúde psico-emocional.
Quando falamos do consumo diário do limão, nas suas diversas formas, de tudo isso falamos também.
Os sucos desintoxicantes contendo o limão, tomados em jejum e 30 minutos antes das refeições principais, dão uma cumplicidade ao organismo para se aliviar dos seus venenos, toxinas e excretos, entre eles o excesso de gordura corporal, as mágoas, frustrações, culpas, impotências, etc.
Uma terapêutica milenar da medicina Ayurvédica, simples o suficiente para ser praticada em qualquer situação, é a toma em jejum do suco fresco de 1 limão em meio copo de água morna. Esta forma de consumo do limão será mais adequada e efetiva quanto mais a pessoa consome alimentos de origem vegetal ao longo do dia.
O picles indiano de limão, estimulando todos os sabores e papilas gustativas (amargo, adstringente, salgado, doce, ácido e picante), acorda todos os órgãos do sistema digestivo, fazendo com que tudo o que não foi digerido (passado ou presente) seja imediatamente mobilizado.
O Chooran, um pó digestivo, também proveniente de um conceito da medicina Ayurvédica, usado sobre saladas e outros alimentos, auxilia no acordar dos órgãos do sistema digestor e como um carminativo, interferindo na formação e dissolução de gases provenientes das fermentações (má digestão).
Digerir bem e desintoxicar-se diariamente emagrece, pois excesso de gordura corporal são esconderijos e toxinas acumuladas ao longo de anos no organismo. Recomendo fazer dos sucos desintoxicantes um hábito diário, tomando 1 em jejum e outros 2 sucos cerca de 30 minutos antes das refeições principais, todos contendo o suco de um (ou meio) limão. Os sucos vão promover um processo de desintoxicação diária e ajudar a perder não só o peso, como aspectos do emocional e psicológico que carecem de solução.
Uma dica é tomar os sucos desintoxicantes por 21 dias e em seguida fazer a Terapia Leve do Limão de 7 dias. Repetir este processo até alcançar a meta desejada. O importante é ser constante no consumo diário dos sucos. Se precisar de uma ajuda para lidar com a ansiedade e equilibrar as emoções recomendo o uso do floral de limão e laranja. Também recomendo o uso do óleo de massagem desintoxicante que ajuda, via pele, a eliminar gorduras localizadas. Tudo isso vai ajudar a gerar uma nova harmonia em seu metabolismo. Lembre-se: desintoxicar o corpo físico proporciona mais clareza mental e equilíbrio emocional.
Se você deseja novos resultados, é fundamental as mudanças de pensamentos e hábitos. É importante aprender a ter rotinas saudáveis como a dos sucos desintoxicantes, e uma atividade física que pode ser simples como a caminhada, um dançar no banheiro, mas constante.
Buscar, com determinação equilibrar o emocional: o que te faz engordar? Entrar em contato com isso e desapegar de crenças, padrões de comportamento, sentimentos é parte de emagrecer e manter o peso depois.
E, é claro, as mudanças não acontecem todas de uma vez, mas é importante dar os primeiros passos e começar; o restante vai acontecendo no processo. Um começo divertido? Os sucos desintoxicantes com o limão.
Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida.
Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citada a autora e fonte.
Recomenda-se a leitura na íntegra dos livros O poder de cura do Limão e Alimentação Desintoxicante (ambos editora Alaúde), o que possibilitará o consumo desta fruta e a prática desta filosofia de vida com consciência e responsabilidade.
Tags: emagrecer digestão limão
O consumo diário do limão pode favorecer em muitos aspectos a saúde. Após tanto estudo e prática, o que mais compreendo sobre o limão é que ele consegue trazer clareza para tudo o que está às escuras, escondido, cristalizado.
O organismo humano é um complexo de órgãos e sistemas que precisam funcionar de forma sincronizada e harmônica para gerar saúde e crescimento. E, toda a comunicação entre eles se passa através dos líquidos corporais que são o sangue, linfa, líquido crânio-sacral e intracelular, que representam cerca de 65% do peso de um adulto. Assim, a dinâmica do funcionamento do corpo humano é pura eletroquímica. Daí podemos entender porque o consumo diário de um alimento tão alcalinizante e mineralizante (são os sais minerais que conduzem a eletricidade) como o limão tem tanta influência positiva sobre a saúde humana.
Na leitura do texto Nosso sangue não pode ser ácido este assunto pode ser melhor entendido e aprofundado. Mas, quando falamos de perda de excesso de gordura corporal, que é o emagrecimento verdadeiro, estamos falando de harmonia metabólica, de excelente digestão, de desintoxicação e de equilíbrio hormonal. Estamos falando de assimilação adequada de minerais, de um organismo bem hidratado (raro nos obesos), de respiração plena das células e de busca da saúde psico-emocional.
Quando falamos do consumo diário do limão, nas suas diversas formas, de tudo isso falamos também.
Os sucos desintoxicantes contendo o limão, tomados em jejum e 30 minutos antes das refeições principais, dão uma cumplicidade ao organismo para se aliviar dos seus venenos, toxinas e excretos, entre eles o excesso de gordura corporal, as mágoas, frustrações, culpas, impotências, etc.
Uma terapêutica milenar da medicina Ayurvédica, simples o suficiente para ser praticada em qualquer situação, é a toma em jejum do suco fresco de 1 limão em meio copo de água morna. Esta forma de consumo do limão será mais adequada e efetiva quanto mais a pessoa consome alimentos de origem vegetal ao longo do dia.
O picles indiano de limão, estimulando todos os sabores e papilas gustativas (amargo, adstringente, salgado, doce, ácido e picante), acorda todos os órgãos do sistema digestivo, fazendo com que tudo o que não foi digerido (passado ou presente) seja imediatamente mobilizado.
O Chooran, um pó digestivo, também proveniente de um conceito da medicina Ayurvédica, usado sobre saladas e outros alimentos, auxilia no acordar dos órgãos do sistema digestor e como um carminativo, interferindo na formação e dissolução de gases provenientes das fermentações (má digestão).
Digerir bem e desintoxicar-se diariamente emagrece, pois excesso de gordura corporal são esconderijos e toxinas acumuladas ao longo de anos no organismo. Recomendo fazer dos sucos desintoxicantes um hábito diário, tomando 1 em jejum e outros 2 sucos cerca de 30 minutos antes das refeições principais, todos contendo o suco de um (ou meio) limão. Os sucos vão promover um processo de desintoxicação diária e ajudar a perder não só o peso, como aspectos do emocional e psicológico que carecem de solução.
Uma dica é tomar os sucos desintoxicantes por 21 dias e em seguida fazer a Terapia Leve do Limão de 7 dias. Repetir este processo até alcançar a meta desejada. O importante é ser constante no consumo diário dos sucos. Se precisar de uma ajuda para lidar com a ansiedade e equilibrar as emoções recomendo o uso do floral de limão e laranja. Também recomendo o uso do óleo de massagem desintoxicante que ajuda, via pele, a eliminar gorduras localizadas. Tudo isso vai ajudar a gerar uma nova harmonia em seu metabolismo. Lembre-se: desintoxicar o corpo físico proporciona mais clareza mental e equilíbrio emocional.
Se você deseja novos resultados, é fundamental as mudanças de pensamentos e hábitos. É importante aprender a ter rotinas saudáveis como a dos sucos desintoxicantes, e uma atividade física que pode ser simples como a caminhada, um dançar no banheiro, mas constante.
Buscar, com determinação equilibrar o emocional: o que te faz engordar? Entrar em contato com isso e desapegar de crenças, padrões de comportamento, sentimentos é parte de emagrecer e manter o peso depois.
E, é claro, as mudanças não acontecem todas de uma vez, mas é importante dar os primeiros passos e começar; o restante vai acontecendo no processo. Um começo divertido? Os sucos desintoxicantes com o limão.
Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida.
Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citada a autora e fonte.
Recomenda-se a leitura na íntegra dos livros O poder de cura do Limão e Alimentação Desintoxicante (ambos editora Alaúde), o que possibilitará o consumo desta fruta e a prática desta filosofia de vida com consciência e responsabilidade.
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